Você tem um problema com pornografia ou luxúria na Internet?

Nós temos uma solução.

Um Convite

  • Seu uso ilícito da internet já pôs seu emprego em risco?
  • Você já perdeu o sono devido ao uso obsessivo da internet?
  • Você já mentiu às pessoas para encobrir suas atividades na internet?
  • Você já perdeu eventos importantes ou reuniões porque estava na internet?

Talvez algumas destas questões aplicam-se a você. Sendo assim, queremos que saiba que você não está sozinho. Alguns de nós passaram horas assistindo a imagens pornográficas ou procurando contactos sexuais ilícitos pela internet. Salas de bate-papo e sítios de pornografia, gratuitamente acessíveis na rede mundial de computadores, estavam consumindo nossas vidas. Nossa obsessão com sexo e luxúria invadiu nossas casas, casamentos, locais de trabalho e onde quer que um computador, um dispositivo portátil ou um telefone móvel pudesse ir. Estávamos viciados.

Para se livrar de tudo isso, percebemos a necessidade de um Poder superior a nós mesmos e mais forte a nossa "droga". Trabalhando o programa dos Sexólicos Anónimos, encontramos este Poder Superior e começamos a nos recuperar.

Nas histórias seguintes, membros de S.A. compartilham conosco o que funciona para superar nossa dependência das salas de bate-papo e de pornografia. Somos gratos, recuperando sexólicos, permanecendo sexualmente sóbrios e crescendo na recuperação um dia de cada vez.  Se você quer parar de abusar da internet e se identifica com as histórias deste panfleto, gostará de explorar ainda mais de nosso simples programa de recuperação. Esperamos que você também possa descobrir uma trilha proveitosa para sua libertação.  

"Nós temos uma solução. Não alegamos que é para todos, mas que para nós ela funciona. Se você se identifica conosco e pensa que pode compartilhar nossos problemas, gostaríamos de compartilhar nossa solução." ( Sexólicos Anónimo, p. 2).

Partilha de Membros

Há uma solução

São 11 horas da noite e de novo o tempo de ir dormir já passou, mas estou ainda sentado frente ao computador. Estou tão exausto que mal posso digitar. Venho buscando sexo na internet por mais de seis horas direto. Havia coisas que eu precisava fazer, mas elas tiveram de esperar. Estou esquecendo coisas e começando a ser descuidado. Amanhã não vou nem mesmo ligar o computador.

A manhã chega e olho para meu rosto no espelho. Há olheiras sob os olhos. Estou com barba por fazer, despenteado, todo bagunçado. Vai ser um outro dia de "trabalho".

Agora já é de noite e estou contente que o dia acabou. Tenho de lavar roupas, fazer compras e algumas incumbências, mas estou excitado com cibersexo e pornografia na internet. Qualquer mulher aparenta poder ser "aquela". Encaro todas com luxúria no coração. Estou perdido na fantasia de novo. Não posso esperar chegar à casa e ligar o computador. E digo a mim mesmo, "hoje à noite, não", mas apenas termino metade das coisas que pretendia fazer e corro para casa para me conectar. De novo.

Eu comecei minha jornada sexólica com revistas masculinas que encontrei na minha casa. Enquanto a tecnologia avançava, passei para o super-8, depois para Beta e então para o VHS. Finalmente, quando o computador foi posto à disposição, imediatamente iniciei os bate-papos, troca de imagens e a marcar encontros com as pessoas.

Sempre me sentia diferente dos demais. Conheci uma mulher na internet e tive um caso com ela. Ela ficou grávida e estava resolvida a ter o bebê. Eu não queria ter um filho com aquela mulher. Eu rezei a Deus que me tirasse daquela situação e prometi que seria uma boa pessoa dali em diante. Quando ela perdeu o bebê, eu continuei do mesmo jeito. Certa vez, recebi uma chamada de uma mulher com quem estava batendo papo, minha namorada (minha mulher agora) ouviu a mensagem e  me perguntou quem era. Menti. A traição e a mentira continuaram até que um dia eu vi na TV um programa sobre dependentes sexuais.

Senti que eu me identificava com os relatos. Decidi buscar ajuda. Por diversas vezes tentando parar sem sucesso, isso era a prova de que eu era impotente. Não vi outra saída senão por intervenção divina. A espiral descendente cessou quando encontrei SA.

Lembro dos primeiros encontros como se fosse ontem, embora já tenham se passado sete anos. Três membros deram-me a orientação para novatos. Senti como se tivesse entrado para um lar acolhedor e caloroso. Eu não estava sozinho mais. Lá estavam homens e mulheres que entendiam e partilhavam de meu conflito, mas tinham mudado e estavam dispostos a me ajudar a mudar também. Nunca mais eu fiquei com medo de partilhar meus pensamentos e experiências.

Creio agora que Deus tinha um plano para mim o tempo todo. A intenção de Deus era me deixar bem para que eu pudesse ajudar outras pessoas a ficarem bem. Nada mais complicado que isso: Deus salvou-me das consequências de minha dependência para que eu pudesse viver e ajudar meu semelhante. Hoje minha vida é muito diferente. A internet não é mais senhora da minha vontade. Sou ainda tentado, mas sem a obsessão. Eu não ajo pela tentação porque eu tenho instrumentos que posso usar para me ajudar nos tempos difíceis. Sou parte de uma comunidade de recuperação que é bem maior que eu mesmo. Eu era impotente para parar meu comportamento e mudar, mas Deus transformou-me por este programa.

Não estou mais sozinha

Saí de casa aos 21 anos e fui morar com meu namorado. Estava fazendo faculdade e ainda tinha dois empregos de meio horário, mas abandonei tudo pois queria mais tempo para atuar sexualmente. Sentia muita vergonha, pois tinha convencido meu namorado a casar comigo. Às vezes, nós atuávamos juntos, assistindo pornografia. Quando meu marido não estava em casa, eu  buscava material para me masturbar. Ambos éramos dependentes de sexo e brigávamos diariamente. A luxúria matou nosso relacionamento.

Três anos depois, separei-me dele e voltei para a casa de meus pais. Na separação, fiquei com o computador. Continuava vendo a pornografia que meu ex-marido tinha baixado. Às vezes, apagava algum vídeo após me decepcionar comigo mesma por atuar enquanto assistia a isso. Então, eu procurava por outro.

Naquele ano, eu atuei com um antigo professor da faculdade. Atuamos uma vez e tornei-me obcecada por ele pelo o que tinha feito comigo. Perseguia-o pela internet, telefonava ao seu trabalho e ia ao seu escritório. Ele pediu-me para parar. Em meu desespero para não perder essa "conexão", tornei-me envolvida em bate-papo pela internet. Permanecia até tarde da noite conversando sobre sexo. Tentei viver uma fantasia com outras pessoas digitando conversas sexuais. Depois, comprei uma câmera e transmiti fotografias explícitas de mim mesma pela internet. A reação não preencheu minha fantasia e me senti menos que um ser humano. Mas voltei a repetir a experiência.

Estava me sentindo esmagada pela vergonha de atuar com estranhos na internet. Estava obcecada com pensamentos de atuar com meu ex-professor. Estava obcecada com o proibido e comecei a me perguntar se eu poderia ser uma dependente sexual.

Um dia, imediatamente após atuar no ciberespaço e ficar desconsolada, procurei ajuda na internet. Encontrei um irmandade "S" e telefonei a um membro. Fui à minha primeira reunião de S naquela noite. Era a única mulher numa reunião de uns oito homens. Eles tentaram me encorajar, mas, após apenas três reuniões, eu busquei na internet reuniões de mulheres e encontrei uma reunião SA para mulheres. Frequentava toda semana e fiquei sóbria por um mês, quando consegui uma ficha de 30 dias. Mas não era compromissada. Relembro ter pensado: "Não posso dizer que sou uma sexólica!" Aquilo significava que eu era doentia, alguém que se masturbava e lutava contra o desejo de se masturbar. Não era isso que eu era!

Decerto que me masturbava, mas minha versão era diferente! No fim, parei de ir às reuniões. Decidi que poderia trabalhar o programa de SA por mim mesma. Adivinha o que aconteceu? Retornei aos mesmos comportamentos e aceitei maiores riscos. Voltei a navegar na internet em busca de pornografia que ainda não tinha visto e voltei a atuar pela internet. Comecei a ir a casas noturnas e a namorar novamente. Minha dependência estava saindo do controle. Estava atuando no trabalho durante os intervalos. Estava divorciando de meu marido porque ele foi emocional e fisicamente abusivo, mas atuei com ele de novo. Pensava em encontrar um emprego na indústria sexual, assim poderia vivenciar minha luxúria em tempo integral. Queria me matar. Pensava que tinha de atuar ou morreria, mas a atuação estava matando meu espírito, minha criatividade, minha personalidade e toda a alegria. Em meses, tinha atingido o fundo do poço de novo.

Retornei a SA, sentindo-me derrotada e desesperançada. Voltei às reuniões para mulheres. Ninguém me xingou ou perguntou o que tinha feito desde minha saída. Comecei a me identificar como uma sexólica. Esforcei-me para conseguir uma ficha de 30 dias e depois uma de 60. Mantive minha frequência às reuniões. Não podia imaginar como me manter sóbria. Os gatilhos da minha dependência tornaram-se mais frequentes e o desejo de fazer sexo comigo mesma e com outros retornou. Uma reunião por semana não era o bastante para mim. Fiquei disposta a fazer o que fosse necessário para me manter sóbria e crescer na recuperação. Comecei a comparecer a uma reunião de SA para homens e mulheres bem pela manhã.

Antes que fosse às reuniões de homens, eu rezava para ser isenta de ter luxúria pelos outros, mas queria ser desejada por eles. A princípio permanecia de cabeça baixa e ouvia. Para minha surpresa, escutei minha história ser contada repetidamente. Comecei a me sentir viva novamente. Tomei uma nova chance e comecei a comparecer a toda reunião para ambos os sexos segundo a sugestão de meu padrinho. Estava maravilhada de encontrar pessoas que tinha dez ou mais anos de sobriedade! Não sabia que isso era possível. Comecei a fazer relatos nas reuniões e não morri por isso. Era bem-vinda como participante.

Hoje, estou orgulhosa de dizer que sou uma sexólica recuperada que ama ir às reuniões de SA e ser apoiada por centenas de pessoas da irmandade de SA, tanto mulheres quanto homens. Não estou mais sozinha.

Fuga da internet

Não me lembro quando descobri a pornografia na internet, mas sei agora que estava em apuros a partir do momento em que primeiro vi uma imagem explícita no meu monitor. Eu vinha assistindo fotografias de mulheres desde minha adolescência - revistas e  fotonovelas bem manuseadas que trocávamos na escola. A empolgação vinha com as fantasias na minha cabeça e das descrições nas páginas. Certamente que me masturbava com elas todas - e acho que meus colegas também. Eu não conversava com ninguém porque sentia algo vergonhoso nisso.

Eu nunca superei aquele hábito juvenil. Passei de vinte aos trinta anos exteriorizando minhas fantasias com mulheres da minha idade que pareciam dispostas a acompanhar-me. Se elas não estivessem dispostas, eu apenas buscaria outra pessoa. Continuei a usar livros e revistas para excitação extra e para aturar o tempo que passava entre um e outro "relacionamento".

Finalmente, cansei daquele estilo de vida e casei. Minha mulher não se equiparava com as imagens que eu via ou imaginava, então continuava a me masturbar com aquelas imagens. Comecei a procurar desculpas para não ter de fazer sexo. Preferia as mulheres fantasiosas à real com quem tinha casado, e o casamento terminou.

O uso compulsivo de álcool e drogas acabou por cobrar um preço na minha vida. Juntei-me aos alcoólicos anônimos e parei de beber e usar drogas. Conheci a mulher que se tornou minha segunda mulher e tivemos um casamento feliz. Parei mesmo com a masturbação temporariamente e comecei a desfrutar de uma vida sexual ativa e satisfatória.

Então, compramos um computador e descobri uma compulsão bem mais funda que minhas outras dependências. Tinha casado a poucos anos quando iniciei a navegar na internet e a encontrar pornografia nela. Passei a desperdiçar cada vez mais tempo sozinho no computador, em busca de imagens ainda mais explícitas.

No início eu não pagava por elas. Havia muito material gratuito a ser achado mesmo ficando tarde da noite na frente do computador.   Encontrei sítios de pornografia que ofereciam as fantasias que tinha visto quando era rapazote e acabei subscrevendo-os. Não era muito caro e eu não via o perigo. Não conseguia dar folga a minha imaginação e deixava o computador fazer o trabalho.

Minha mulher não viu o perigo disso. Ela estava arrasada por meu desrespeito por ela e por todas as mulheres. Nunca pensava nas mulheres (e homens) dos vídeos e fotos como pessoas reais. Elas eram apenas atores e modelos que eram pagas pelo que faziam. Mas minha mulher estava tão contrariada que nos separamos. Recorremos a aconselhamento matrimonial e, por sugestão de um amigo, fui a SA e comecei minha recuperação.

A recuperação da dependência por pornografia virtual tem sido um processo lento, mas firme. Posso ainda ter vontade de refugiar-me na pornografia quando as coisas não parecem bem para mim, quando fico frustrado no trabalho ou em casa ou quando me sinto faminto, raivoso, solitário ou cansado. Tenho percebido que as sessões de pornografia virtual começaram bem antes de aparecer o computador e que precisava de companhia assídua, às vezes diária, com meus companheiros de recuperação, bem como de trabalhar meus defeitos de caráter, fazendo reparações e contactando os demais para ficar sóbrio.

Uso o computador para trabalhar e venho desligando-o, não importa o quanto ocupado esteja, se me vejo digitando a esmo em busca de imagens de luxúria. Assim como com os olhares lascivos nas ruas, eu sei em meu coração, se estou sendo guiado por um entusiasmo libidinoso que acho que vai me fazer sentir melhor. Descobri que posso desligar e recomeçar novamente.

É por trabalhar o programa de SA que estou sóbrio e sou ajudado em encontrar um Deus que opera em minha vida. SA ajuda-me quando a luxúria está dirigindo minhas atitudes, pensamentos e ações e é quando me volto ao meu Poder Superior com uma simples prece ou faço uma chamada para outro dependente que entende meu problema. Tenho aprendido que "o primeiro gole" da pornografia virtual deixa-me bêbado. Em SA, descobri que, em tempos de tentação, meu Deus está sempre pronto para ajudar-me a fazer um contacto real.

Viciado em luxúria

Em 1988, quando casei pela terceira vez, eu estava ainda viciado em luxúria. A internet surgiu e eu fiquei viciado em bate-papo virtual com mulheres. Na maior inocência a princípio (creiam nisso), continuei piorando.

Eu investia enormes partes de meu tempo cultivando relacionamentos virtuais. Pensava que era um sujeito honesto e simpático para aquelas mulheres, mas na verdade estava usando-as para meu próprio prazer egoísta. Minha mulher viajava a trabalho, então eu tinha bastante tempo para desperdiçar virtualmente.

Estava totalmente consumido pela luxúria. Não conseguia parar. Tinha construído um duplex dentro da minha cabeça. De um lado, estava o marido, pai, tesoureiro da igreja e músico da banda litúrgica. Do outro lado, estava desesperadamente dependente de cibersexo. Havia uma parede no meio e conseguia mantê-la sem frestas, mas a doença cobrava seu preço.

Minha vida começava a cada noite quando as luzes se apagavam. Minha mente condicionada pela luxúria digeria todas as toxinas que tinha encontrado na internet aquele dia. Meu vício em luxúria continuava piorando. Tive evoluído de namoros virtuais para namoradas reais. Tive um caso com um de minhas compradoras e minha insanidade foi ao máximo. "Não me sinto culpado", dizia para mim mesmo. E queria mais, queria ficar livre do casamento para que pudesse me saciar, sem sentir culpa pelo adultério molestando minha mente.

Numa manhã, pedi o divórcio para minha mulher. Por sua insistência, nós conversamos e rezamos muito naquele dia e acordei no dia seguinte sentindo a presença de Deus. Ele tinha sido justo comigo por todo o tempo. Tinha sido eu quem se afastou dele.

Daquela primeira experiência espiritual, minha vida começou a mudar. Comecei a ir a reuniões de SA e arranjei um padrinho lá. Iniciei o trabalho com os Doze Passos e apadrinhei companheiros e o milagre aconteceu. Deus tem me mantido sexualmente sóbrio desde então. Ano que vem minha mulher e eu celebraremos bodas de vinte anos. Através do programa, começamos a aprender o que precisamos para construir uma relação saudável.

A Chegada da aceitação

Quando a internet chegou em nossa casa, isso tornou-se minha principal atividade. Entrei de cabeça nos vídeos. Desenvolvi mais rituais para realçar minha exteriorização. Ficava até altas horas obtendo minha dose de páginas de sexo entre homens, sítios de relacionamento, salas de bate-papo e sexo ao vivo. Nunca era o bastante. Em 1997, tive um caso com um rapaz que vivia em nossa casa. Confessei isso a minha esposa. Meu comportamento estava destroindo nosso casamento. Ela estava no mais importante posto de sua carreira e eu estava criando um inferno para ela. Certa noite, eu estava na internet marcado um encontro com um homem, pensando que minha esposa estivesse dormindo. Estava perdido na bruma da exteriorização e não percebi que ela estava olhando por sobre meus ombros. Discutimos e aquela discussão levou-me a ver que tinha um problema.

Fiz uma chamada e fui a minha primeira reunião. Consegui um padrinho, ia sempre às reuniões e comecei a trabalhar com os Passos. Encontrei um bom emprego e me envolvi com o serviço de SA. Mas tinha apenas abarcado sobriedade física, e não sobriedade libidinosa. Meus defeitos de caráter estavam ainda em operação. As coisas estavam melhor, mas eu não estava feliz, contente ou livre. Um mês antes de meu quinto ano de sobriedade, eu a perdi. Após um período, voltei ao programa e outra vez atingi um ano e cinco meses de sobriedade. Minha esposa disse que eu tinha finalmente me tornado o homem que ela sempre esperou que eu fosse. Quase podia ouvir o carimbo gravando em mim: "recuperado".

Decidi que as regras do SA não mais se aplicavam. Perdi o interesse de ir às reuniões, voltei à internet e comecei a me masturbar de novo. Retornei às páginas de relacionamento, de roupas masculinas e outras mais. Cruzei a fronteira de não ver nada disso em serviço. voltei ao mesmo lugar de onde tinha partido anos antes, ainda pior. Estava desesperado, mas indo às reuniões. Os filtros do computador do trabalho tinha sido removidos pois interferiam com o serviço. Uma vez que não estavam mais lá, passei a olhar o indevido novamente. Estava exteriorizando novamente e tive de admiti-lo a minha esposa.

Comecei a obter algum alívio da luxúria. Aumentei o comparecimento às reuniões e voltei à oração. Quando estávamos prontos para a mudança, masturbei e escolhi nada dizer à minha esposa. Menti para o meu grupo. Exteriorizava outra vez - e, de repente, vi claramente a extensão de minha doença. Estava alimentando ressentimento contra minha esposa, o que me dava razão para exteriorizar. Encarando minha doença de uma vez levou-me ao desespero. Foi o início do livramento para mim.

Os últimos três anos da recuperação têm sido significativamente melhores porque venho aprendendo a perdoar a mim mesmo e a me permitir a ser uma pessoa integrada, um filho íntegro e amável de Deus. Tenho aceitado tudo que diga respeito a mim, especialmente a parte que estive mais tentando suprimir: minha atração por indivíduos do mesmo sexo. O apoio e a amizade de um homem maravilhoso com uma atração similar em nossa irmandade tem me ajudado a ver minha vida enquanto escolha. Sei agora que amor é compromisso. Compromisso tornou-se uma bela palavra em minha vida. Hoje, amo ser veículo de Deus para fazer Sua vontade.

Dias turbinados

Nunca me afundei  paranoia, mas (To be continued)